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[FP] - Mark Jensen

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[FP] - Mark Jensen

Nome Completo: Mark Jensen
Raça: Anjo
Idade: 21
Progenitores: Dwayne e Simone Jensen
Local de Nascimento: Dublin, Irlanda
Características físicas e psicológicas:
Físicas: Não muito diferente de pessoas comuns, apenas sendo notado pelos longos cabelos não tão longos que chegam nos ombros, uma pequena barba mal feita que mal dá para notar, olhos castanhos escuros, altura média com 1,72.
Psicológicas: Uma pessoa "bem orientada espiritualmente" por assim falar, sempre seguindo o que acha melhor, literalmente. Tenta achar o bem em cada pessoa, em cada ser. Sem coragem para matar um único inseto, nem que seja o menor deles, o mais indefeso, até alguém que o irrita, como moscas, mantendo uma serenidade extrema.
História: Minha história começa e termina, na verdade, continua, em Dublin, Irlanda, um país mais conhecido pelas suas bebidas, enquanto tem várias histórias culturais de extremo valor, ensinando as melhores virtudes que alguém pode ter.
Meus pais se conheceram no dia de São Patrício, um feriado muito importante para os irlandeses, porém os dois estavam bêbados e eu nasci 9 meses depois, mas uma coisa notaram: um grande amor, não apenas entre eles mesmos, mas por mim.
Fui criado primeiramente como católico, sendo mandado para um dos maiores e únicos colégios de Dublin, o Trinity College, onde pude aprender não apenas a matéria, mas também coisas importantes, como virtudes, diferença do bem e do mal, e por aí vai. Mas uma coisa sempre me intrigou: E se existe mais de um Deus? Por que tanta falta de respeito entre as religiões? Essas foram as maiores questões que tive assim que me tornei adolescente, comecei a me perguntar por que a religião não responde tudo e por que a ciência tenta responder tudo, do seu jeito?
Quando me formei, logo avisei meus pais que estava partindo para viajar, no princípio eles ficaram preocupados, não com parte financeira, mas com meu bem estar, ficaram um tempo conversando sozinhos e vieram falar comigo:
-Sabe, quando se ama algo, você deve deixar ela ir, se ela realmente te amar, ela voltará. Isso é uma verdadeira prova de amor, alguém voltar não por uma necessidade, não por alguém pedir, mas por que realmente quer. Vá com Deus, meu filho.
E lá me fui, primeiramente para a China, sem saber o que fazer, apenas fui.
Chegando lá fui procurar um templo budista, não foi tão difícil assim, afinal é uma das religiões mais praticadas lá, cheguei com uma mala e uma mochila nas costas, mas ao começar a subir as escadas para o templo, logo me arrependi, cheguei no topo suando onde um monge me recebeu com um abraço forte e um sorriso largo no rosto, falando em chinês, primeiramente não entendi, é claro, mas o som das palavras nunca escapou da minha mente, palavras claras e calmas, ditas num tom solene e com uma felicidade nos olhos, a única vez que eu havia visto alguém falar daquele jeito, foi em filmes, devo admitir. Apenas sorri de volta e segui o monge até um pequeno quarto com uma cama mais que simples, apenas um cobertor estendido sobre um pouco de feno, um travesseiro e um armário que cabia o suficiente, pelo que notei. Olhei para o monge, sorri e me abaixei um pouco, mas fui surpreendido com um abraço e mais palavras em chinês, que mesmo se entender o significado, sorri de volta para o monge. “Uma felicidade que contagia”, pensei comigo mesmo.
Como estava cansado da viajem e da subida, me deitei sem ligar para nada e dormi, não sei por quantas horas, só sei que acordei totalmente descansado com o som de um gongo tocando, devia ser amanhecer quando olhei pela janela, as nuvens estavam bloqueando a luz do sol, mas no pátio haviam monges sentados tomando banho de sol nos pequenos espaços por onde passavam raios de sol. Ainda estava com roupas normais, mas mesmo assim fui acompanhando as pessoas que estavam, notei que não era o único com roupas normais, até um grande salão, onde muitos estavam sentados, sem fazer nenhum barulho, apenas respirando calmamente com os olhos fechados. Olhei sem me surpreender, depois olhei ao redor e vi um homem com roupas totalmente comuns, me olhando com um leve sorriso no rosto, então fui me sentar ao lado dele e assim que me sentei, pude ouvir sua voz meio que exaltada para toda a calma que havia no local.
-Você é de onde?
Pude notar um grande sotaque, mas apenas não de onde. Simplesmente sorri.
-Dublin, Irlanda, e você?
-Liverpool, Inglaterra.
Afirmei e soltei uma leve risada.
-Dos Beatles?
-Dos Beatles.-Ele afirmou com uma voz meio que abafada tentando não rir muito alto, mas paramos de rir um pouco, logo ele fechou os olhos, sem falar uma palavra respirando devagar, igual a todos os outros. Simplesmente o imitei, no começo tentando pensar em algo que me deixasse acordado, mas devo ter dormido, só sei que acordei de noite, mas parecia mais que descansado, estava leve e bem comigo mesmo, na verdade, com o mundo. Me levantei e fui andar um pouco pelo monastério, tentando achar alguma atividade para fazer, no final fui ajudar algumas pessoas varrer o local, não havia muita sujeira, mas mesmo assim achei necessário ajudar.
Demorei um certo tempo para terminar, na verdade até outra pessoa se oferecer, primeiro olhei para o homem meio que estranhando o que ele falou, ele notou que eu não havia entendido e apontou para a vassoura sorrindo, sorri de volta e deixei a vassoura com ele, mesmo não tendo terminado tudo, já estava com uma certa fome e tinha que descansar um pouco. Segui pelo monastério tentando achar as cozinhas, não demorei muito para achar, fui me sentando, peguei um par de hashis e vi um prato de arroz com vários pratos diferentes ao redor, a maioria eram saladas. Comi devagar por não conseguir usar hashis, nunca havia usado antes, então apenas fui tentando, demorei um tempo para conseguir, mas no final fiquei realmente agradecido.
Fiquei uma semana no monastério, não aprendi o que achei necessário, mas com o que aprendi notei que não estava preparado para tudo isso. Toda aquela calma, tudo bem, mas os hábitos, a parte da bondade, isso estava além da minha compreensão, mas mesmo assim fiquei mais um tempo lá para aprender o que achei necessário, mas apenas não suportava minhas antigas atitudes comparadas com as pessoas de lá, por isso fui arrumando minhas coisas e quando estava chegando na porta recebi um abraço coletivo por todas as pessoas que estavam lá, admito que deixei lágrimas escaparem, mas foi muito bom a estadia e ainda me lembrava do meu primeiro dia lá, as palavras das pessoas que me receberam por um tempo, tão calmo e tão evolutivo.
Comprei uma passagem para a França, onde pretendi estudar o Espiritismo, uma religião extremamente conceituada com médiuns e coisas assim, mas na França, mesmo sendo o lugar de nascimento da religião, não era um dos “pólos” da religião, mas logo descobri sobre um tal de Chico Xavier, um grande médium, nascido no Brasil, e lá fui eu, para o Rio de Janeiro.
Já no Rio, fui num centro espírita, fui bem atendido lá, mas mesmo entender o português foi meio difícil para mim, por isso simplesmente tive que desistir e voltar para a Irlanda, pensando que minha jornada na verdade não poderia continuar por enquanto, minha fé não era forte o suficiente para aprender sobre o melhor de Deus, então voltei para meus pais, mas ainda decidido a continuar com as minhas descobertas.
Voltei bem no dia de São Patrício, as comemorações estavam como sempre, altas, com cheiro forte de cerveja e cantorias, sorri ao sentir o cheiro da minha terra natal e fui para a casa dos meus pais, meio que satisfeito comigo mesmo. Mas no meio do caminho, ocorreu um acidente onde fui atropelado, mas quando notei, estava sentindo uma sensação de felicidade, como se meu corpo estivesse livre, e estava. Acabei indo para o céu, diferente do que eu achava, ou que pelo menos aprendi, o céu era diferente, onde cada um havia seu local perfeito, meio que feito sob medida. Mas mesmo assim, sabia que estava faltando algo, não era a mesma coisa que o meu mundo de antes, ainda sentia vontade de ir a procura do que eu queria, que era aprender mais, e felizmente meu pedido foi atendido. Um arcanjo chegou ao meu céu e falou comigo, brevemente, mas falou
-Meu irmão, precisamos de ajuda para seu irmão, não por parte de Deus, mas do seu corpo mortal. Seus pais terrenos terão um filho e você poderá ser seu anjo da guarda, se quiser.
A primeira coisa que fiz foi abraçar o arcanjo, é claro que ele me abraçou de volta.
-Isso deve ser um sim, se prepare que logo irá para o plano terreno.
E assim foi, depois de um tempo eu já estava na terra com meu irmão e meus pais, para proteger e guiar os 3.
No começo foi fácil, afinal era um simples bebê, difícil foi tentar guiar meus pais para um jeito que os 3 ficassem bem.
Falhei.
Depois de alguns anos, falhei miseravelmente. Meus familiares sofreram um acidente e falhei. Assim que o acidente aconteceu, voltei para o céu soluçando tudo que podia, me perguntando “Como? Por que?” para no final, sofrer as conseqüências, ser jogado no mundo terreno sem poder voltar.

Mensagem por Mark Jensen em Dom Jun 22, 2014 4:33 am

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Re: [FP] - Mark Jensen

APROVADO.




"E se um dia nossas ideias tivessem vida própria? E se um dia nossos sonhos não precisassem mais de nós? Quando isso for verdade, o tempo estará acima de nós. O tempo dos anjos."

Mensagem por Abigail em Dom Jun 22, 2014 4:43 am

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