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[FP] Lillity Evans Laurencci - Hibrido

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[FP] Lillity Evans Laurencci - Hibrido

Go to hell
basic info




Lillity Evans Laurencci

Liz

Hibrido

19 Y/O

Apollo Laurencci(Vamp) / Marie Evans(werewolf)

London - England
background story

↓ Características Psicológicas ↓

→ Lility é uma mulher desinibida e um tanto fora do comum, sempre foi assim meio louca e divertida. Esconde por várias razões seu outro lado,seu lado maléfica, a qual adora um bom sarcasmo e jogar com a mente de quem quer que seja,quem a conhece bem sabe que não é nada aconselhável provocá-la ou tentar impor algo a ela. Apesar de se dar bem com quase todo mundo que conhece,tem muito poucos amigos e é extremamente leal para com estes e deixa claro que assim espera total lealdade destes.
Seu passatempo preferido é ler um bom livro e vive sua vida da maneira que quer, livre...  .É outrora, o tipo de pessoa que não faz questão da tua presença, e nem tu da dela. personalidade forte, respostas curtas e grossas e tudo que há em uma garota que você chega a ter medo de puxar assunto,além disso, manter um relacionamento com ela é perturbador, ela não sente… absolutamente nada, por ninguém.


↓ História ↓

→ Como contar a história de alguém que realmente não a tem? Ou pelo menos não tem os resquícios de memória daquele tão distante e aparentemente frio passado. O fato é que a mesma realmente não fazia ideia de quem havia sido antes de ser Lillity Evans Laurencci. Os vestígios de seu passado resumiam-se em um dia cinzento. O dia no qual a pequena menina havia sido largada em um beco qualquer, um lugar onde crianças jamais deveriam ser deixadas e, ainda assim, muitas já haviam estado em tal situação. Abandonada e negligenciada por sua misteriosa e desconhecida família, estava fadada a morrer sem apenas ter aberto os olhos para o mundo. Algumas horas a mais exposta ao frio e aos demais perigos que qualquer outra situação poderia lhe oferecer, e Lillity teria cumprido seu destino. Porém, por uma vez, a sorte talvez estivesse favorável, abrindo um mero sorriso debochado para redirecionar os caminhos da garota.

De alguma forma, um pequeno anjo de cabelos dourados que mal entendia o que acontecia em sua volta a havia encontrado. De alguma forma, havia escutado o choro frágil que se apagava gradativamente e havia seguido até sua origem. De alguma forma, havia conseguido chamar a família a tempo para salvar a praticamente recém-nascida. E então, com isso, conseguira salvar uma vida. Saphira e Marcus, ao ver a criança tão frágil, se sentiram impossibilitados de apenas passá-la a garota para frente, como se fosse apenas uma mercadoria com a qual lidar. A pena os invadia, preenchendo suas mentes com culpabilidade e sussurros de encorajamento. Naquele dia frio e cinzento, por primeira vez, a menina fora alvo de algo bom. Aquelas pessoas poderiam simplesmente deixá-la cumprir o que lhe havia sido prescrito. Contudo, decidiram tomá-la a responsabilidade e dar-lhe um nome, um lar. Se aquilo não era o real amor de uma família, era o máximo que ela algum dia chegaria a receber.

Os anos passaram e Lillity crescera, como óbvio e esperado. A garotinha desenvolvia-se rapidamente a nível intelectual, aprendendo com rapidez e demonstrando domínio bastante amplo (tendo em conta sua idade) de habilidades artísticas, além de interesse extremo pela leitura (coisa que era incentivada por Romeo, que possuía a mesma paixão por livros). Tais fatores a tornavam uma espécie de dádiva divina a olhos dos pais, que a rodeavam de mimos e carinhos exagerados quando tinham tempo para os filhos, cercando-a e praticamente sufocando-a com atenção, por vezes, desnecessária ao ver da pequena menina. Preferia estar sozinha a maior parte do tempo, carregando um velho coelho de pelúcia (que havia ganhado assim que entrara para a família) e conversando sozinha sobre as coisas novas que aprendia. Nas raras vezes que sentia a necessidade de receber todo aquele carinho que desprezava no geral de um modo mais intenso, gostava de gastar tardes insistindo para que os irmãos mais velhos dedicassem algumas horas a brincar com ela. Terminava tendo maior facilidade para dobrar a opinião de Richard e de Romeo, que desistiam de tentar evitar a garota e se deixavam comover pelos olhos verdes entristecidos enquanto a mesma implorava pela companhia deles. Ambos, desde sempre, se mostraram mais receptivos e protetores com ela. O tempo apenas continuara se movendo


E então, a adolescência chegara, agregando à vida de Lillity poucos dilemas e algumas certezas. Sentia-se fora de encaixe em seu entorno, em sua própria casa, já que todos tinham algo do passado para contar ao tempo que ela apenas tinha a certeza de ter sido descartada, deixada a mercê. Isso a frustrava e enfurecia fator que influenciou seu distanciamento ainda maior dos demais. Sempre que estava próxima dos familiares e tinha tempo para iniciar uma análise silenciosa, ela apenas corria os olhos por todos os presentes ocultando o desprezo que sentia. Observava a todos e cada um com indiferença. Adulações vazias, adoração estúpida, únicas coisas das quais se podia lembrar. Todos esses fatores provocavam náuseas na garota, tiravam-na do sério e aumentavam seu ódio pelo ocorrido ao longo do tempo. Por tudo o que havia tido de aguentar, mesmo que não se importasse, no fundo, ela guardava rancor. Rancor por ser abandonada sem sequer ter o direito de saber qual a sua origem. E nesses momentos, Lillity costumava sonhar... Após ofender e blasfemar em pensamentos gostava de imaginar como sua vida seria se as coisas fossem diferentes. Como sua vida seria se nunca tivesse sido largada, desprezada, esquecida. E então se precatava que, provavelmente, nunca teria conhecido Richard. De modo inesperado (ou não), o mais velho havia se tornado especial ao extremo para a garota, que se sentia em dívida com o mesmo. Quanto mais convivia com o mesmo, maior a admiração que direcionava a ele ficava. E desse modo, precatara-se de que ali existia algo mais que apenas respeito. Pelo menos, da parte da garota, que se sentia insegura devido o status e a popularidade do irmão. O garoto encaixava-se perfeitamente no perfil de ideal: bonito, desleixado de um modo charmoso e com uma estupidez proposital que resultava encantadora para qualquer garota ingênua o bastante como para se deixar levar pela conversa do mesmo. E, para desespero de Lillity, ela era uma perfeita ingênua. Tal situação sentimental a fez aproximar-se mais de Romeo, tomando-o como um amigo com quem compartilhava todo e qualquer pensamento ou segredo. O irmão era quase um diário humano, já que sabia mais coisas sobre sua vida que qualquer outra pessoa.

As coisas seguiam normalmente e pareciam correr bem até que a aparentemente tão necessária inversão de sorte ocorreu. Obviamente, nada bom poderia durar na vida de Lillity. Sempre havia um fato errôneo, algo sempre era necessário para desestabilizar a convivência e abalar uma estrutura aparentemente forte: o casal responsável pela adoção das cinco crias simplesmente viera a falecer misteriosamente durante o sono. Ao ver alheio, uma bela forma de morrer: ambos deitados no leito conjugal ao tempo que respiraram por última vez. Seus batimentos cardíacos cessaram e a vida de ambos se esvaiu de um modo quase teatral, como se a própria deusa da mitologia grega, Macária, estivesse cuidando dos detalhes da partida de Saphira e Marcus. Contudo, para Lillity, as coisas eram bem diferentes. De certo modo, ao observar os cadáveres serenos com uma expressão lúgubre e regia a culpa a atingira. Não que ela realmente tivesse algo relacionado com a morte de pessoas que tão bem lhe fizeram, oh não... Mas arrependia-se de cada momento mal-gastado e cada pensamento ruim, cada momento de rancor. E assim, mudara por completo por período. Afetada pela perda, pela maldita desgraça e a impiedade impune, Lillity morrera por dentro. Tornara-se apenas um corpo, uma nada andante. Uma pessoa vazia e entristecida. Não encontrava grande conforto e não se deixava ser consolada. Tinha o costume de desfazer-se em lágrimas enquanto escutava palavras dóceis e piedosas de Rayne, que se pronunciava de modo verdadeiramente penoso, porém, por trás de tanto carinho, havia oculto um tom mais profundo e cortante, como uma cobra ao sibilar.

Levara um período longo (aproximadamente dois anos) para que a garota voltasse a se recompor, contudo, já não era mais quem havia sido antes da tragédia. Tornara-se mais fria, irritadiça e, por vezes, tristonha. Voltara a adotar um Alter-Ego oqual denomina-se Liz. e também adotou o costume da solidão e afastara-se praticamente de todas as pessoas fora de seu círculo familiar, buscando uma exclusão mais intensa para poder organizar seus pensamentos e tentar recuperar todas as demais boas coisas que perdera após a morte dos pais adotivos. Com isso, começara a questionar-se quem realmente ela era, afinal, nunca iria esquecer o fato de ter sido encontrada praticamente morta. Abandonada. Todas as dúvidas a respeito da vida que realmente lhe correspondia afloraram então, deixando na garota uma sensação de vazio. Afinal, quem seria Lillity Evans Laurencci, ou simplesmente, Liz? a garota esquecida? Isso, apenas o tempo poderá responder. A única coisa que sabia de fato era que seus pais biológicos eram seres mitológicos e tinha dúvida de todo seu potencial em real,sabia que era incomum apesar de tudo.


↓ Características Físicas↓

→ Um tanto quanto alta,possuí 1,68 de altura. Tem um corpo magro e esbelto,invejado por muitas modelos,fora seu cabelo que é naturalmente loiro,mas mante-o num tom mais claro o possível. Seus olhos são outra coisa marcante em si além dos cabelos bem cuidados é claro.


Mensagem por Lillity E. Laurencci em Qua Jul 16, 2014 2:03 am

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Re: [FP] Lillity Evans Laurencci - Hibrido

APROVADO.




"E se um dia nossas ideias tivessem vida própria? E se um dia nossos sonhos não precisassem mais de nós? Quando isso for verdade, o tempo estará acima de nós. O tempo dos anjos."

Mensagem por Abigail em Qua Jul 16, 2014 11:05 pm

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