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[FP] - Connie Armstrong

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[FP] - Connie Armstrong

Nome completo: Connie Armstrong
Raça: Demônio
Idade: cerca de 500 anos
Progenitores: Desconhecidos
Local de nascimento: Europa ocidental
Características físicas e psicológicas: Tem um comportamento brincalhão, adora criar confusões ou participar delas, também adora apostar e/ou criar pactos que sabe que vai vencer, só para poder ver a cara de medo nos olhos mortais. Tem 1,85 de altura, os cabelos escuros e os olhos Azuis.
História:



A primeira coisa que me lembro, é de um rabo... bem, o meu rabo. não foi exatamente o meu rabo mas sim um sacerdote, ou padre, ou alguma dessas religiões humanas chatas. Ele tinha os votos dele, paz,castidade, humildade, essas coisas que os humanos juram a si mesmos que vão cumprir, mas no fim, não conseguem. Esse sacerdote obviamente também pecou, e muito. Ele cultuava deuses um tanto estranhos, fazendo com que ele e seus ilustres seguidores cometessem inúmeros pecados, e com o tempo cometeu a idiotice de se achar deus, e formar um reino só para ele, abandonando qualquer crença, e eu infelizmente nasci nesse reino.

Eu era só um pirralho na época, sem saber que estava sendo treinado subconscientemente para lutar até a morte contra cristãos, hindus ou qualquer outra coisa. Antes de ter qualquer memoria eu já tinha matado meu irmão, algumas crianças irritantes e um adulto envenenado com alguns cogumelos toxicos, não me pergunte, afinal faz tanto tempo que nem me esforcei a guardar qualquer vestígio da minha vida humana a não ser o rosto de minha mãe. Uma ruiva de olhos verdes, um verde safira lindo, ela me amava mais do que tudo, e eu também a amava. Essa parte não é muito importante, oque realmente importa vem depois. Perdemos uma batalha contra católicos que abominavam nossa religião e pronto. Em um segundo eu estava lá, enfiando uma lança no pescoço de um soldado deles, no outro paft, eu morri. Mas devido aos estupros, pilhagem, assassinatos, você sabe bem, esse tipo de coisa básica de demônio que cada um dos diabinhos fez ou fará alguma vez na vida (eu sei, eu era precoce) eu não morri.

Talvez ser um demônio signifique sim morrer, mas eu não acho, pra mim, tudo começou. Acordei em um lugar bem legalzinho. Tinha chamas pra todo lado e o pessoal de lá parecia ser divertido, todos sofrendo e apanhando de alguns demônios mais velhos. Essa parte da minha vida não foi legal, a não ser que tenha tendências fortemente masoquistas, ai sim isso iria te deixar contente e feliz, de qualquer forma algumas partes do inferno eram interessantes, como a líder deles, só uma visão de segundos dexaria qualquer um de boca aberta e ignorando a dor. Era engraçado ver a reação desses idiotas, só por uma visão se alegrar. Não era meu caso, acho que eu só queria ver o céu azul novamente, e poder sentir o vento nos cabelos... e na cauda, apesar de nunca ter sentido nada. Depois de um tempo, Uns duzentos anos, “cresci” claro que só mentalmente, no físico ainda era um moleque de dezesseis anos de idade, acho que na parte mental também foi só no raciocínio. Eu gostava de brincar, falar besteira, agir como um adolescente agiria, mantinha minha sanidade no lugar. Alguns séculos depois disso eu fui chamado para uma reunião com aquela demônio que todos paravam e suspiravam ao olhar (admito agora que eu as vezes... raramente... ok nem tão raramente, observava, mas ei, não me julguem!)

Estava quase certo de que ela, de alguma forma iria me matar mais ainda por alguma coisa, me levaram até ela e eu senti um frio na barriga ao vê-la mais de perto, algo que consegui segurar, e então dei um sorriso carregado de sarcasmo, e um pouco de alivio por ainda estar vivo.

- Me chamou alteza? – perguntei fazendo uma leve reverencia, ela não parecia ter se irritado, ou talvez só não estivesse prestando atenção em mim, voltei a minha posição inicial ainda com o sorrisinho de demônio, fazia muito tempo que eu não sorria. Ela me olhou novamente, os olhos muito frios, acho que era a vibe do pessoal daqui, todos carregavam esse tipo de olhar.
Mais um tempo ensurdecedor de silêncio. Meu rabo começou a balançar sozinho, direita esquerda, esquerda direita. Até que ela falou algo

- Me traga uma cabeça. – O Rabo parou de balançar e eu a olhei confuso

- Ein? – o rabo balançou novamenteagora demonstrando curiosidade.

- Você quer sair não quer? Do inferno... – Eu a olhei um tanto surpreso com aquilo... Como ela sabia? Ah, esqueci-me do fato de viver numa terra que queimava toda hora com um calor do... bem... Demônio e não podia ver o céu, claro que eu queria sair.

- Bom... Claro né. – falei rindo e o rabo balançando novamente, não como um cachorro, mas sim um gato, algo mais elegante e devagar. – a cabeça de quem?

- Eu quero que vá lá fora e mate algum deles. – ela apontou para uma “janela” e eu vi alguns demônios lá em baixo, sorri de canto e assenti, aquilo não seria difícil.

Sai dali pulando pela janela, enfiei as garras nas paredes e desci até o chão, avaliei meus inimigos, não pareciam ser muito fortes, mas será que lutariam um pelo outro? Enrolei meu rabo na cintura, aquele era um dos pontos fracos de um demônio e um lutador descente saberia protege-lo e impedir que fosse usado contra si mesmo. Pulei no pescoço de um, cortando seu pescoço com as garras que não tinham sido lixadas pela decida, um pouco de sangue espichou no meu rosto... mais... eu queria mais. Comecei a socar a cara dele, eu estava gostando, eu queria muito mais. Depois de vários socos minha mão tinha começado a sangrar, os outros ainda estavam ali, me encarando não diria apavorados, mas certamente estavam assustados. Terminando ali eu levei o corpo, eu estava sorrindo, era quase psicótico. Me lembrava agora completamente das guerras de antes, do sangue que eu tinha ajudado a espalhar, do caos e dos gritos apavorados. Eu era a encarnação daquilo, eu era a dor, eu era o caos, eu era o pavor. Pode parecer bobeira, mas ali eu me senti assim. A encarnação de tudo que era cruel, e eu era cruel, mas acabei deixando aquela fase depois do inferno.

Carreguei aquele corpo até ela, ainda sorrindo, mas parei assim que cheguei, estava coberto de sangue. Meus dedos estavam doendo agora, o surto tinha terminado. A olhei sério, ela provavelmente tinha visto tudo, deu um sorriso de canto

- Cumpriu sua parte. – e ela estalou os dedos.

Depois disso acordei no nada, tive que roubar algumas roupas e depois disso fiquei vagando sem rumo, fazendo pactos pela alma dos humanos idiotas, mas principalmente aproveitando o céu azul, ou cinza, ou o estrelado da noite. Minha aparência não mudou nada, até uma mulher vir me convidar para uma Escola “Norfoy” Naturalmente aceitei... afinal, pra alguém problemático como eu, aquele lugar seria como uma caixa de brinquedos.

Mensagem por Connie Armstrong em Qua Jun 25, 2014 1:53 am



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Re: [FP] - Connie Armstrong

Primeiramente, suas características ficaram pobrinhas. Não que precise ter 10 ou 15 linhas se descrevendo fisicamente e psicologicamente, mas pelo menos um pouco que seja suficiente te entender e compreender como é. No que descreveu, falou se comparando no início da história e parou ai, não falou mais nada e praticamente nem se descreveu psicologicamente.
Se tem 500 anos, poderia ter elaborado muito mais coisas tanto no inferno quanto fora dele antes de morrer. Tive a impressão que li uma sinopse de um jornal sobre um personagem coadjuvante de um livro, um daquele que fazem pouca coisa na história.
Elabore melhor nas partes sobre o que falei e com certeza irá passar.

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Mensagem por Drake Warren Worthington em Qua Jun 25, 2014 4:50 pm

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