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Historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro, historia del foro,
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A Place to Call Home

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A Place to Call Home

I Was In Winter Of My Life!
I hear the birds on the summer breeze, I drive fast, I am alone in midnight, Been trying hard not to get into trouble, but I, I’ve got a war in my mind, So, I just ride!
btw esse template foi feito pela clumsy do sa!
Mordia o lábio inferior nervosamente com passos apressados em direção a biblioteca. Não conhecia nada direito por ali, muito menos tinha sequer um mapa com as diretrizes e direções corretas a se seguir, então eu era uma simples formiga na imensidão de um deserto procurando por formiga, mais ou menos. Eu tinha uma ótima capacidade de dramatizar os fatos e deixá-los mil vezes piores do que já são, então para mim estar ali em um lugar novo e desconhecido era quase como um Apocalipse. Os pensamentos constantes num fluxo ininterrupto era por deveras doloroso e eu às vezes queria apenas gritar e gritar, mandá-los pararem ou causar uma dor tão forte que iria fazê-los caírem desfalecidos. Andando pelo piso bem encerado do instituto eu caminhava observando os retratos e pinturas dos Alfas de cada raça, assim como eu admirava com perplexidão os lustres primorosos lá no alto e os detalhes primordialmente ilustres de cada recinto dos cômodos do enorme castelo onde agora eu residia.
Após muitas andanças pelo lugar, adentrei na biblioteca. Lembrava-me da dificuldade de convencer os seguranças e meu pai a deixarem-me ir para a biblioteca, e mesmo que eu fosse eu precisava de homens de terno vigiando-me a toda hora, o que me fazia ser bastante irritadiço com este fato. Umedeci os lábios avistando as enormes estantes de mogno de uma cor caramelada, avistando os coloridos e diversificados volumes de livros de todas as categorias inimagináveis. Puxei o primeiro que vi, da categoria sobrenatural, mas não me agradara, então peguei um sobre telepatia e sentei-me ali no chão mesmo, cruzando as pernas e avistando o fraco movimento, agradecendo pela maioria das pessoas ali estar dispersa com pensamentos fracos.



Mensagem por Vladimir S. Rivers em Sex Jun 20, 2014 10:03 pm

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Re: A Place to Call Home

I'm sorry.
Pasma. Era assim que Helena se sentia conforme avançava por mais um dos extensos corredores do Norfoy Academy. Para alguém que estava acostumada com luxo, a garota estava bem surpresa com o que tinha encontrado no instituto. Tanto no seu interior quanto no seu exterior. Realmente, ela não esperava algo assim, não de um colégio para criaturas sobrenaturais, apesar de continuar descrente quanto a existência de anjos, demônios, vampiros e lobisomens. Temia acordar de repente e ver que todos os garotos e garotas estranhas que vira na entrada do colégio eram apenas uma ilusão de sua mente perturbada, assim como as vozes que tanto a atormentavam.
Mas a presença delas ainda estava viva em sua cabeça, latejando tão profundamente que ela poderia afirmar, com toda a certeza e infelicidade, que era real demais para ter sido apenas um sonho. Ou um pesadelo.
Uma rajada de vento frio tomou conta do corredor, obrigando Helena a apertar mais o casaco preto contra o corpo, repreendendo a si mesma por não ter se agasalhado o suficiente.
Nunca se acostumaria com o frio da Inglaterra.
Parou abruptamente ao ouvir um pensamento sobre um livro de telepatia. Foi então que notou as portas duplas abertas a sua frente, revelando a enorme biblioteca. Lembrava-se vagamente de Abigail lhe falando sobre a área quando a mesma falou mais sobre o Norfoy.
Curiosa, Helena adentrou, mordendo os lábios ao olhar para imensidão de livros que encontrara. Nunca, em toda a sua vida, tinha visto tantos livros assim. Não em apenas uma sala.
Estava tão distraída com o que tinha encontrado que nem notou o garoto sentado ao chão e quando isso aconteceu fora tarde demais, já tinha tropeçado em suas pernas e caído no chão.
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Mensagem por Helena Morgenstern em Sex Jun 20, 2014 10:38 pm

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Re: A Place to Call Home



Ah como as coisas nesse maldito "colégio" poderiam sem tão tediosas assim?! Se deus realmente fosse bom que ao menos me mandasse algo com que me distrair ou acabaria colocando fogo naquele lugar antes de se poder falar "bombeiros" e bem, isso não seria uma má ideia para causar uma movimentação... Okay, okay, vou ficar quieta na minha por enquanto, não seria nada legal a filha da diretora causar problemas logo de cara, o que os outros iriam falar? Que tipo de mãe Abby que não educou sua filha? Juro que daria uma boa garrafa de vodka para quem falasse isso ou algo parecido para a diretora, mais isso não vem ao caso no momento.

Eu caminhava sem rumo certo pelo colégio, talvez em busca de alguma pobre "alma" com quem eu pudesse atormentar ou até mesmo ter uma conversa que se tornasse em algo de importância para mim em algum momento, mas nem sinal disso ou outra coisa até passar pela porta da biblioteca. Aquele cheiro de livro velho era a unica coisa que me agradava naquele lugar desde minha chegada, fiquei tentada em percorrer as estantes, mas o medo...não, medo não, vamos chamar de "preocupação" ou algo assim, a preocupação de me encontrarem lendo era maior. Como por sorte acabei me deparando com um casal ao chão fazendo assim com que uma risada maldosa acabasse escapando:

- Então os pombinhos preferiram o chão da biblioteca em vez de uma boa cama?!

" Do que lhe adianta se dizer corajoso se aos meus pés cai de joelhos por puro medo"

Hum...As coisas podem ficar "interessantes"
OBS - Passe por cima para ver o post!
 

Mensagem por Bree Wolffenbuetell em Sex Jun 20, 2014 11:00 pm

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Re: A Place to Call Home

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I hear the birds on the summer breeze, I drive fast, I am alone in midnight, Been trying hard not to get into trouble, but I, I’ve got a war in my mind, So, I just ride!
btw esse template foi feito pela clumsy do sa!
Lia atentamente meu livro sobre telepatia, com admiração eu analisava todas as frases sobre como dominar a telepatia e como exercer uma aura poderosa que só um telepata poderia obter. Balançava meus pés vez ou outra, com as costas recostadas nas prateleiras de livros e com os pés encostados nos pés de outra estante, absorto em pensamentos só meus, e foi quando de repente sinto uma dor nas pernas com alguém pisando nas mesmas e logo vejo um vulto indo direto ao chão num baque fofo. Assustado, tratei de ficar de joelhos no chão e pus o livro na página que eu estava para baixo, a capa verde-escuro para cima do meu lado esquerdo, e então com minha mão direita segurei um de seus braços e minha mão esquerda segurei em seu ombro ajudando-a a ficar de pé.
- Oh, céus, desculpe-me por estar no seu caminho. Desculpas. - falei enquanto ajudava-a a ficar de pé, meu rosto corando e ficando vermelho de vergonha. Comprimi meus lábios e então fitei-a; branca, cabelos negros e olhos claros, muito bela.
Eis que surge uma segunda figura no início do corredor onde estávamos, desta vez uma loira com olhos verdes e de aparência antipática e nos chama de casal de pombinhos. Estreitei os olhos, digerindo seu sarcasmo aos poucos enquanto sentia minhas têmporas arderem levemente, então ajeitei a borda de minha camisa, ficando numa pose mais ereta e então estendi minha mão.
- Eu não conheço ela, topamos por que eu estava no chão e ela tropeçou. Prazer em conhecê-la, senhorita, sou Vladimir Salem Rivers. - estendi minha mão primeiramente para a morena após dirigir-me a moça loira, e em seguida estendi a mão para a moça loira, de forma educada e culta. - Prazer, e me desculpe por estar incomodada, com certeza deve namorar a morena para ter ciúmes. - falei de forma melodiosa e exibi um sorriso educado e gentil.



Mensagem por Vladimir S. Rivers em Sex Jun 20, 2014 11:31 pm

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Re: A Place to Call Home

I'm sorry.
Dizer que Helena estava envergonhada era pouco. Céus! Em seu primeiro dia na escola tinha que ter caído em cima de um garoto? Um garoto muito bonito por sinal. Porém, ela continuava sendo ridícula.
E se ele fosse um vampiro e tentasse matá-la por se aproximar demais? Nunca se interessou em saber se seu sangue era apetitoso, mas agora se arrependia profundamente por não saber.
Congelou ao sentir ele a tocando, mas diferente do que imaginou, o garoto apenas a ajudou a ficar em pé. Antes que Helena pudesse agradecer — e se certificar de que ele não tinha presas —, uma garota chegou e falou algo sobre os dois.
Em toda a sua inocência, demorou algum tempo para entender o que ela queria dizer, quando isso aconteceu, o rosto pálido da garota atingiu alguns tons vermelhos e ela evitou falar para que não gaguejasse.
Ele rapidamente explicou o que tinha acontecido e Helena realmente acreditou se tratar de um vampiro. Que outra explicação teria para o charme dele?
Prazer. Eu sou Helena. Helena Morgenstern.
O garoto falou mais alguma coisa, que foi abafado pelas vozes excitadas na cabeça de Helena.
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Mensagem por Helena Morgenstern em Sab Jun 21, 2014 3:56 am

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Re: A Place to Call Home



Meus olhos encaravam a mão do rapaz avaliando a mesma antes de toca-la, minha real vontade era de esbofetear a cara dele por ter a audácia de pensar que eu "namorava" com aquela garota... Deuses, eu tinha cara de sapata agora?! Tudo bem, controlei a raiva da melhor forma possível, tentaria ao menos ser um pouco mais amigável, mas por quanto tempo tal intensão duraria não seria capaz de dizer naquele momento:

- Wolffenbuetell, Beatrize Wolffenbuetell ou como a maioria irá ouvir nossa querida diretora gritando por esses corredores em muitos momentos de hoje em diante apenas Bree - Apertei a mão do garoto com uma força um tanto necessária já que estava lhe fazendo o favor de não manifestar minha vontade de outra forma - E não, não estou incomodada e muito menos namoro com essa garota que nem mesmo sei o nome, mas creio que deveria ser mais cuidados se um dia quiserem fazer alguma coisa do tipo....Nunca se sabe quando eu posso aparecer pra atormentar.

Não me contive e acabei deixando minha risada escapar mais uma vezes, aquele garoto não era como os outros e aparentemente tinha mais frescuras dos que as meninas que logo apareceriam por aquele lugar, com toda a certeza ele acabara de entrar para a minha listinha...
Acabei por esquecer da menina em minha frente por um momento, mas logo sorri para mesma de maneira meio forçada quando escutei o nome de tal e em seguida estendi minha mão para a mesma :

-Prazer telepata....

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Mensagem por Bree Wolffenbuetell em Seg Jun 23, 2014 9:50 pm

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Re: A Place to Call Home

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A garota que tropeçara em mim revelara chamar-se Helena, e seu sobrenome parecia-me familiar. Com aquele gesto gracioso que era o sorriso dela, libertei-me um pouco mais dos milhares de pensamentos diversos em minha mente, logo atentando-me às falas rudes e grossas da garota loira antipática. Não sabia qual era o problema dela, muito menos o motivo de eu estar na sua lista, mas sem sombras de dúvida ela tinha diversos pontos fracos, sendo um deles seu lado mortal e falho, facilmente explorado por meus poderes. Eu tentava, em vão como sempre, utilizar meus poderes apenas em casos extremos, mas realmente a loira ultrapassara os limites. Primeiramente tentei ler seus pensamentos, repetindo as piores lembranças dela e em seguida causando-lhe uma tremenda dor de cabeça.
- Bem... se eu tiver interesse ou não em Helena ou seja lá quem for não é de seu interesse, e sem sombra de dúvidas eu posso triplicar sua dor de cabeça ou arremessá-la da janela caso pense besteiras de mim novamente ou sobre Helena. - terminei de forma nervosa, minha voz saiu com uma eloquência imponente, mas nem tão rouca, então disfarçadamente uni minhas duas mãos, os dedos entrelaçados e o olhar analítico para com a mestiça de celeste e humano. Por fim, praguejei em sua mente: "bastarda".
Talvez aquilo fosse maldoso, mas lembrei de como foi esquisito ser o responsável pela morte de minha madrasta, e então raciocinei novamente que muitas vezes precisamos ter sangue frio para executar nossos planos com exímia sabedoria e sermos vitoriosos numa batalha. Por fim, soltei um pequeno sorriso de canto de rosto.



Mensagem por Vladimir S. Rivers em Qua Jul 02, 2014 9:00 pm

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Re: A Place to Call Home

I'm sorry.
A garota, Bree, se mostrara cada vez mais insuportável e grosseira, Helena não falou nada, apenas observou Vladimir "dispensando-a" de modo muito cortês, até mesmo para Bree.
Em sua cabeça, Helena viu o que poderia ser sinais de uma futura discussão entre eles, podendo até mesmo incluí-la. Ela era uma novata, não gostaria de arranjar confusões em seu primeiro dia na escola.
Vocês não acham que é melhor sairmos daqui? Não sei, eu...

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Mensagem por Helena Morgenstern em Sab Jul 12, 2014 10:52 pm

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Re: A Place to Call Home

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